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Aprígio quer a municipalização da Régis Bittencourt

Aprígio vistoria o local onde será o retorno na rodovia Régis Bittencourt

Foi uma vitória do povo a aprovação do retorno pela ANTT [Agência Nacional de Transportes Terrestre]. A construção do retorno é uma das mais antigas reivindicações dos moradores, diz Aprígio.
A discussão sobre a municipalização do trecho da Rodovia Régis Bittencourt que corta Taboão da Serra ganha novos contornos. O presidente da Cooperativa Habitacional Vida Nova, Aprígio disse na semana passada que discute com o deputado Federal paulista Walter Ihoshi (PSD) a municipalização da Régis Bittencourt, no trecho de Taboão da Serra. Para ele, essa discussão está demorando muito e a cidade tem demandas de mobilidade urbana que podem esperar.
Aprígio afirmou que o projeto começou no governo de Evilásio Farias (PSB) e em 2015, foi pauta na imprensa, quando o prefeito Fernando Fernandes (PSDB) anunciou sobre estudos da prefeitura sobre a municipalização do trecho. Mas, que não saiu do papel. Por telefone, na tarde de sexta-feira, 26, Aprígio garantiu que vai assumir a luta pela municipalização da Régis. “Conversei com o deputado federal, do meu partido, Walter Ihoshi sobre estudos de municipalização de Régis Bittencourt, trecho de Taboão da Serra, e ele disse que é sim viável e vai marcar com o Ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa, para uma reunião”, garante Aprígio.
O ministro pertence ao Partido da Republica (PR) e Aprígio já adiantou que tem uma conversa avançada com as lideranças do partido. “Almocei com Leo Novaes (PR), secretário de Serviços Urbanos da prefeitura de Embu das Artes e ele também ficou muito interessado na proposta. O Léo é uma liderança de PR de nível nacional e me garantiu que vamos atuar juntos no projeto”, afirma.
Para Aprígio, a municipalização da rodovia é de suma importância. “Hoje, Taboão da Serra vive uma crise de Mobilidade e temos que dar fluidez ao trânsito, tanto no centro da cidade como na região do Pirajuçara”, avisa. Aprígio que conhece bem obras disse que a rodovia tem passar por intervenções na malha viária. Entre as obras previstas com a municipalização da Régis Bittencourt estão construções de rotatórias em eixos das principais avenidas da cidade, como por exemplo a estrada Benedito Cesário de Oliveira, Laurita Ortega Mari e José Dini.
Aprígio também comentou sobre a aprovação da alça de acesso na altura do quilômetro da rodovia. “Foi uma vitória do povo a aprovação do retorno pela ANTT [Agência Nacional de Transportes Terrestre]. A construção do retorno é uma das mais antigas reivindicações dos moradores de diversos bairros de Taboão da Serra, como São Judas, Saint Moritz, Salete, Indiana, Margaridas, entre outros. Eu ainda era vereador quando iniciamos a discussão. Só que ainda não tem data para iniciar as obras. Também está no nosso projeto esse retorno” garante Aprígio.
Para o diretor executivo da Arteris, Nelson Segnini Bossolan, o trecho de 6,5 km que corta Taboão da Serra hoje já tem status de “uma grande avenida que atende principalmente Taboão, porém ela é regida sob a condição de rodovia”. Segundo ele, a municipalização daria mais autonomia necessária para decidir o que fazer sob o ponto de vista urbano viário.

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